A viagem para Budapeste ja comecou errada quando perdemos o trem na estacao por um minuto. Vimos ele indo embora. O dinheiro nao foi jogado fora, porque a passagem era em aberto, mas ficamos esperando bem umas duas horas pelo proximo, que tb quase foi perdido por ignorancia mesmo.
A cidade, parece que ainda esta em construcao. O albergue em que acabamos indo fica numa especie de suburbio que, por incrivel que pareca, e no centro.

Aqui, os predios mais historicos dao lugar a sedes de grandes empresas. E muito esquisito.
A Hungria e o pais dos ciganos. Aqui eles nasceram, se criaram, e agora, dao a volta nos outros.
Diferentemente do Brasil, em Budapeste eles estao disfarcados de pessoas normais, e nao vestidos com aquelas saias rodadas em tons rosas bebes. E uma sensacao horrorosa, focar se desviando e tentando, o melhor possivel, nao ser enganado. Mas sao muitos espertos. Como nao falamos a lingua deles, eles finjem nao falar ingles, e querem nos vender as coisas mais caro. Leo ontem, comprou cigarro em euro duas vezes mais caro do que deveria. Em reais, saiu por oito. Torturante.
No mais, a cidade e bonita, mas nao vale a visita. Sinceramente.

Como no Rio, somente os locais destinados aos turistas sao bem conservados. Diferentemente de Viena, onde os vienenses faziam cooper, e usavam de fato os locais turisticos, em Budapeste os hungaros usam para mendigar e assaltar.

Na beira do rio Danubio, do lado do Parlamento, com o Castelo ao fundo. Deixei uma turista japa alegrinha me fotografar, porque nao sou boba de dar minha camera prum cigano budapestense filho da puta.
Zagreb, ai vamos nos. Budapeste, nunca mais.

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