P.S. Mais tarde vem as fotos, a historia de Dubrovnik, da viagem de barco para Italia, e de todo o resto. Por enquanto, e so isso o que acontece aqui.

Bom, como arranjar um medico na Rep. Tcheca ja tinha tido suas dificuldades, ficamos foi muito surpresos em chegar em Roma, com o Leo precisando urgentemente ver um medico, por conta de um espinho encravado no pe, e encontrar, logo de cara, uam estacao de metro com o nome de Policlinica.

Manquejadas a parte, chegamos na estacao, que era logo ao lado, pela bagatela de umas,…. tres horas. Os ntraves linguisticos com o medico nao foram um problema maior, pois ele classificou aa doenca do Leo como “Espinho Plantare” e mandou ele tomar uma cartela de um pozinho chamado Aulin,tres vezes por dias, “apos manjiare”.

Caite o problema? NAo?. Ok. O medico nao quis dar receita, alegando que todo mundo pode comprar isso sem receita, que era como aspirina.

Nenhuma farmacia nos vendeu. “Prescricione”, diziam os italianos, em tom de voz beem alto. Manquejamos de volta ao hospital. Mesma desculpa esfarrapada. Mas a surpresa e que realmente, enquanto alguns diziam que era impossivel comprar sem receita, que o remedio tinha sido ate proibido na Framca, outros nao entendiam a dificuldade. O dia foi resolvido com o faxineiro do hospital tiramndo duas cartelas do bolso e dando pro Leo.

Isso se repete todos os dias desde que chegamos a Roma. Tentamos comprar, vamos no Hospital choramingamos na rua. O saldo ate agora foram quatrocartelas e seis comprimidos conseguidos de pessoas na rua, nenhuma prescricao medica, quatro esporros em farmacia e um telefonema de uma brasileira solicita, que nos perguntou se topavamos “comprar uma receita”. Parece que esse Aulin, aqui, é pior que Cocaina. Trafico pesado.

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