Ceska Republika


E tudo o que é bom um dia acaba. Despedindo-se de Praga num calor  de 36 graus.

Ja estamos de volta.

 

Esses ultimos dias passamos em Kutna Hora, cidade a mais ou menos uma hora de Praga. Lá, visitamos o ossuario de Sedlec, uma igreja toda ornamentada com ossos humanos de varios seculos passados. Amanha de tarde vamos partir de onibus para Viena. Inacreditavelmente, onibus é mais rapido e mais barato que trem. Nao sei porque.


Igreja de Santa Bárbara


Mamae no Ossuario de Sedlec


Cemiterio da Igreja de Sedlec

A cidade mais bonita que vi até agora. Quando se está nas ruas, mal dá para ver o horizonte. As casas crescem literalmente para cima, tapando a visao, entao parece que é facil se perder. Que nada. É tao pequena, que vc nao consegue ficar perdido por mais de cinco minutos. Cada ruela escondida acaba dando de encontro ao rio Vltava, que tb está aqui. É um astral bem mais gostoso de todas as outras, e os tres dias que passamos lá foram de tranquilidade pura e muita sopa de cogumelo.

Mamae no oco da arvore.

Agata fazendo pirraca na Zahrada do rei

Telhados Irregulares

E os ursos do fosso do castelo:

Cesky Krumlov a noite, para uma despedida mais bonita.

Já quero voltar.

Pegamos outro trem para Cesky Budejovice, e de lá, outro para Cesky Krumlov. O primeiro foi, de longe, o melhor de todos.
Chegamos atrasados, e tivemos que correr para pegar o trem ainda na estacao. Chegamos dois minutos antes dele partir, e nos malocamos na primeira cabine com uma unica pessoa que vimos pela frente. A garota, parecia uma mumia. So olhava para frente, de cara amarrada. Enquanto ríamos da cara dela, entrou o fiscal do trem, que nos disse, em tcheco, ingles, portugues e russo, que aquilo era primeira classe, e que a garota tinha pagado pra viajar sozinha.
Ok, ok. Por causa da Agata, conseguimos uma cabine so pra gente, e nao pagamos mais por isso.
Há, há, há.

De patråo

Logo depois desse despojo todo, dois policiais abriram a porta, que estava trancada e cortinadas, e fizeram o Léo pular de susto. Pediram os passaportes, e rolou um clima de tensao. Nada demais, eram até legais, mas depois disso, o garoto entrou nos eixos e sentou reto, duro, perguntando o porque deles precisarem estar vestidos de preto. Mamae disse que queria levar um policial desses lá pra casa.

Fomos de trem para Mariánské Lázne, cidade onde mamis escolheu para vir ao mundo.

A cidade é pequena, basicamente uma rua só, mas é linda, tem jardins enormes, um clima bem proprio para o titulo de cidade Spa que ela recebeu. Segundo mamae, Marianské foi, no passado, cidade refugio dos reis e de suas amantes, para descansar. Agora, sao os magnatas, e suas respectivas, que colabaram para a industria de turismo do local.

Em Marianské Lazne, encontramos uma profusao muito maior de águas para beber. Algumas boas:

Outras ruins.

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Léo desrespeitou alguns monumentos, e mamae quis deixar claro que nao estava vendo.

Mas depois acabou se amarrando nas águas de Marianske, disse até que dava onda. Os dois beberam horrores.

Com a chuva, arranjamos uma capa de chuva tcheca, e a Agata acabou a mais quentinha de todos nós.

Dia seguinte partimos de onibus para Karlovy Vary. Ficamos pouco tempo na cidade, mas a temperatura esteva amena, e deu para passear bem gostoso. De dez em dez passos, dávamos de cara com uma Kolonada, estacao em que o pessoal pára para beber água. Nåo é uma agua normal, mas acrescida, pela propria natureza, claro, de sais minerais diversos, como o ferro e o calcio, e que, administrada corretamente, é saudavel e cura algumas doencas.

Esperando o trem para Mariánske Lázne