Italia


Mascara,. rio e barquinho.

Nojo dos pombos. A piazza San Marco nao e nada ludica. Os pombos dao rasante na sua cabeca, e trombam na sua cara, se vc nao se ligar. As pessoas viajam e atiram farelo de pao em cima de si proprias para atraior os malditos para fotos. Eca. Crianças de tres quatro anos participam dessa farra, No minimo, uma conjuntivite, sei la.

Pombos transimitem mais de 250 doenças por minuto

Serial Killer de Pombo

Chegamos em Florenca quase de noite, e pra variar, sem albergue agendado. Esse, na verdade, foi um dos grandes problemas e alvo das nossas preocupacoes durante a viagem. Deixei mamae, leo e agata na estacao de trem, e fui caçcar sozinha um albegue para nos, ja que seria mais rapido. Em duas horas, andei por quase todo o centro historico da cidade. Florença a noite é fantastica. Os barzinhos ficam abertos até tarde, e as pessoas andavam segurando taças de vinho pelas ruas. Todos os albergues em que entrei ficam em predios apertadinhos, escadas ingremes e em andares altos. Mas eram lindos. As pessoas em Florença também me cativaram pela simpatia, que era ímpar.

Na estaca, claro, mamae já havia elaborado todos os filmes de terror, me colocando em IMLs italianos e na sala de imigracao. Nada aconteceu. Ficamos em um hotel lindo, com um cafe da manha maravilhoso, que a Agata adorou.

De dia, vimos a replica da estatua de Davi e muitas outras coisas, que vamos lembrar agora nas fotos.

Leo pagou seis euros para subir a pe 5089765 degraus. A vista valeu a pena.

Eu e a Pietá inacabada de Michelangelo.

Carro eletrico recarregando as baterias. Ah uma coisa dessa em Cabo Frio…

Amiguinhos

Cade namorado e Lili e Leo nao vao pro céu

Corre, corre.

Passamos rapidamente por Assis, mas esta cidade simples, com uma energia de bondade e tranquilidade deixou saudades.

Vimos a igreja de Santa Clara e a de Sao Francisco, onde encontramos enterrados ao redor dele, seus companheiros. Foram as unicas igrejas onde os turistas respeitaram a ordem de nao fotografar. E fazer silencio.

Amanha e o nosso ultimo dia em Roma, que ate agora foram surpresas e mais surpresas. Da Fontana di Trevi, maior do que se imaginava, e mais estranha do que se poderia imaginar; ate a Basilica de Sao Pedro, que de tao esplendorosa, parece que nao e real. Mas a unica decepcao mesmo, ate agora, foi com a culinaria. Ninguem, nem mesmo o Leo, suportou a pizza daqui. Extremamente gordurosa, e sempre com uma carne com um gosto esquisito, os italianos chegam ao ponto de fazer pizza ate de pepino. O que nao adianta nada. Tudo tem o mesmo gosto rançoso.
Os pratos de macarrao, que logo de cara se mostram mirrados (quatro ou cinco boas garfadas dao cabo do prato todo), na primeira prova ja e a maior tristeza. Macarrao com molho pomodoro. Nenhum tempero, acido e sem gosto especial. La em casa eu faco melhor.
Ja os sorvetes, que delicia. Ja elegi como almoco qualquer sabor dos Gelatos. Super mega cremosos, vc nao chupa, nem lambe. Morde. Hummm..
“Mae, vai la comprar um pra mim enquanto eu termino de escrever isso aqui, please. Grazze. ”

O povo e muito engracado. Se defendem no palavrorio como os brasileiros, e muito mais calorosos que os tchecos. Parece ate que estamos em casa. E acho que estamo mesmo. Pelo menos, a cada esquina, encontramos um grupo de brasileiros.

 

Podem babar. Fomos de navio para Italia, numa viagem de mais ou menos cinco horas, pelo Mar Adriatico, refazendo o trajeto de turco,s romanos, otomanos e gauleses, como Asterix e Obelix, faziam ha mais de um milhao de anos atras.

Agata pirou todo mundo. Adorou. Melhor casinha ate agora, segundo ela. Fala a palavra barco como ninguem.

 

 

P.S. Mais tarde vem as fotos, a historia de Dubrovnik, da viagem de barco para Italia, e de todo o resto. Por enquanto, e so isso o que acontece aqui.

Bom, como arranjar um medico na Rep. Tcheca ja tinha tido suas dificuldades, ficamos foi muito surpresos em chegar em Roma, com o Leo precisando urgentemente ver um medico, por conta de um espinho encravado no pe, e encontrar, logo de cara, uam estacao de metro com o nome de Policlinica.

Manquejadas a parte, chegamos na estacao, que era logo ao lado, pela bagatela de umas,…. tres horas. Os ntraves linguisticos com o medico nao foram um problema maior, pois ele classificou aa doenca do Leo como “Espinho Plantare” e mandou ele tomar uma cartela de um pozinho chamado Aulin,tres vezes por dias, “apos manjiare”.

Caite o problema? NAo?. Ok. O medico nao quis dar receita, alegando que todo mundo pode comprar isso sem receita, que era como aspirina.

Nenhuma farmacia nos vendeu. “Prescricione”, diziam os italianos, em tom de voz beem alto. Manquejamos de volta ao hospital. Mesma desculpa esfarrapada. Mas a surpresa e que realmente, enquanto alguns diziam que era impossivel comprar sem receita, que o remedio tinha sido ate proibido na Framca, outros nao entendiam a dificuldade. O dia foi resolvido com o faxineiro do hospital tiramndo duas cartelas do bolso e dando pro Leo.

Isso se repete todos os dias desde que chegamos a Roma. Tentamos comprar, vamos no Hospital choramingamos na rua. O saldo ate agora foram quatrocartelas e seis comprimidos conseguidos de pessoas na rua, nenhuma prescricao medica, quatro esporros em farmacia e um telefonema de uma brasileira solicita, que nos perguntou se topavamos “comprar uma receita”. Parece que esse Aulin, aqui, é pior que Cocaina. Trafico pesado.