Na Itália, chegando da Croácia, nosso roteiro começa por Veneza, seguindo para Florença a cidade de Michelangelo e Da Vinci, Pisa, Roma e Vaticano e Nápoles. Voltando para o cano da bota, passamos por Assis, Gênova e Milão. Os Hostels em geral são um pouco mais caros, mas dá para se virar com hospedagem em locais religiosos. A conferir.

—————————————————–

Uma boa pedida para economizar dinheiro na Itália são as “pizza al taglio” (pizza ao pedaço). Uma espécie de fast-food italiano. Fique atento por que existem várias lojinhas desse tipo principalmente por Roma. Você escolhe o tamanho do pedaço para matar a sua fome, eles cortam, pesam e dizem quanto custa. Pela lógica, se você escolher coberturas muito pesadas, o preço também vai pesar. Para gastar pouco, fique com a tradicional margherita (mozzarella e tomate), ou a rossa (só molho de tomate), zucchine (abobrinhas) e funghi (cogumelos), se não for os “porcini frescos” porque estes enganam e acabam pesando bastante.

Mas nem pense em voltar, mesmo que seja inverno, sem experimentar os sorvetes. Também é imperdível comer os famosos paninis (lanches feitos em um pão bem macio, conhecido por nós como ciabatta). Mas, opte por comprá-los em padarias e supermercados, eles são mais fresquinhos e baratos.

Em Roma procure os “Alimentari”, que são os nossos armazéns. Escolha recheios que forrem o estômago e preparem você para os passeios e as visitas aos museus. Porchetta (leitão assado), arrosto di tacchino (peito de peru defumado), tacchino (peru assado ao forno), mortadella, prosciutto crudo (presunto cru), prosciutto cotto (presunto cozido)… Opção é o que não falta. “Faça” seu sanduíche, compre umas bebidas, economize uma grana e pé na estrada!

—————————————————–

Transporte:

Em todas as cidades da Itália, a melhor coisa que tem é andar a pé. Isso porque o metrô, apesar de ser rápido, moderno, limpo e simples (só possui duas linhas), não é muito abrangente, porque, na maioria das vezes, pára longe dos grandes centros da cidade. Roma, por exemplo, não pôde construir linhas que pudessem danificar achados arqueológicos da capital.
Já o ônibus circula por todos os lugares, mas demora o dobro do tempo que você levaria para andar a pé. Caso você tenha tempo (e preguiça de andar), esse meio de transporte vira uma boa solução, porque é barato. Boa parte dos ônibus de linha romana partem da Piazza dei Cinquecento, em frente à Stazione Termini. No centro da praça está o escritório de informações.
Os bilhetes de metrô e ônibus são conjuntos, com 1 euro você pode andar por 1 hora e 15 minutos pela cidade. Existem também os bilhetes diários, que custam 4 euros e permitem que você pegue metrô e ônibus por 24 horas, sem limite de viagens.

—————————————————–

Em Roma, como os romanos.

$ Muitos estabelecimentos fecham por um período muito grande no início da tarde, abrindo só no final da tarde. Cuidado e se programe para essa siesta! Exceção aos grandes magazines e algumas outras lojas…

$ Os motoristas italianos são meio malucos, não confie nos sinais mesmo quando estão verdes. Olhe sempre para os dois lados!

$ Itália tem muitos turistas, que atraem trombadinhas. Cuidado com quem vem conversar com você, oferecer coisas, etc. Figuras inocentes, como mães com 5 crianças, são as mais perigosas!

$ Se você gosta de jantar cedo, Itália não é o lugar certo. Os restaurantes começam a abrir às 20h.

$ Cafés nas calçadas podem ser muito caros! Cuidado!

$ Os locais de informações turísticas geralmente não são muito solícitos

$ Ninguém precisa comprar água. Em toda a cidade existem várias fontes para matar um pouquinho a sede.

$ Segundo os mochileiros, no mínimo três dias em Roma. E é melhor pegar um albergue perto do “Termini”. Mas, de preferência, algum mês fora da época de rush nos albergues, como Julho.

$ Nos bagageiros, são cerca de $ 7 por mochila e $ 3.50 a mais por sacola.

$ Se for p/ Itália e optar por fazer um giro de trem uma ótima opção é o “Biglietto Chilometrico”. È um bilhete que dá direito a percorrer determinada distância pelo período de dois meses. Comprei um de 3.000 (três mil) quilômetros, 2.a classe, ao preço de 116 (isto mesmo cento e dezesseis) euros algo em torno hoje de 290 reais. Você pode dividir o mesmo bilhete com até cinco pessoas. Neste caso, óbvio, será dividido a quilometragem pelo n.o de pessoas. No meu caso dividi em três e conseguimos viajar de Trieste (lá em cima perto de Veneza) até Brindisi bem ao sul, no calcanhar da “bota”. Vale a pena. O bilhete pode ser comprado em qualquer estação ferroviária e de posse do mesmo basta fazer a “Convalida” que nada mais é do que autenticá-lo na estação antes de entrar no trem. Depois, dentro do vagão, o cobrador anota a distancia que você vai percorrer e vai subtraindo dos 3.000 km contratados. Vai tranqüilo, é uma barbada este bilhete.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s