Michelangelo nasceu dia 6 de março de 1475, em Caprese, na Toscana. Tinha cinco irmãos e era filho de Ludovico di Leonardo e Francesca Buonarroti. A família, cujo chefe era um trabalhador comum, tinha duas casas: uma na região campestre da Toscana e uma pequena casa na cidade de Florença.

A mãe de Michelangelo morreu quando o menino tinha apenas 6 anos de idade, e foi com essa idade que ele começou a tomar lições de pintura com um artista local chamado Francisco Granacci. Quando tinha 13 anos, toda a família se mudou para Florença, onde Michelangelo começou a trabalhar como assistente de Domenico Ghirlandaio (1449-1494). Na época em que Michelangelo foi assistente de Ghirlandaio, o mestre estava começando seus trabalhos na Igreja de Santa Maria Novella, em Florença. Após um ano como assistente de Ghirlandaio, as habilidades de Michelangelo chamaram a atenção de Lorenzo di Médici, que levou o jovem para sua corte.

Na corte dos Médici, onde usufruía uma liberdade que não era comum para a época, Michelangelo podia circular livremente pelos jardins do palácio, e também participava de toda a vida social da família que o havia “adotado”. Foi neste local que o jovem artista começou a demonstrar seu interesse pela escultura, que aprendeu sozinho fazendo desenhos das obras que via e remodelando-as a seguir em barro. Enquanto fazia esses estudos, Michelangelo teve a ajuda do curador dos jardins do Palácio dos Médici, Bertoldo di Giovanni (1420-1491), que por sua vez foi aluno do escultor Donatello (1386-1466). Durante o tempo em que viveu com os Médici, Michelangelo conheceu os mais brilhantes pensadores, artistas e escritores da época. Essa convivência fez de Michelangelo não somente um escultor, mas também um arquiteto e um escritor proeminente, tendo escrito poemas e cartas durante toda a sua vida.

Como era de se esperar, dois membros da igreja também colaboraram para formar a personalidade de Michelangelo. Um deles foi o padre da igreja local que, em retribuição a um crucifixo que o jovem escultor lhe dera, permitia a entrada de Michelangelo na igreja para que ele estudasse os corpos ali enterrados, de modo a aprender anatomia. A outra influencia foi recebida do Monge Fra Girolano Savonarola (1452-1498), que era um reformador conhecido pelos seus famosos discursos. Mais tarde, Fra Girolano Savonarola foi o ditador moral de Florença. Ele governava imbuindo um instinto de medo à população de Florença, e pregava que haveria um grande desastre se os ensinamentos de Deus não fossem obedecidos. Seus sermões traziam à tona várias faces da sociedade renascentista e incriminavam várias pessoas famosas e adeptas do movimento. Esses fatos levaram-no a ser excomungado pela igreja e executado, em 1498. Ele foi queimado na Praça “della Signoria”, onde mais tarde foi colocada a escultura David, de Michelangelo.

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Com 16 anos, Michelangelo passou a produzir seus próprios trabalhos, que incluía a “Madona dos Degraus” (1491-1492) e a “Batalha de Hércules contra o Centauro” (1491-1492).

Essas duas obras, embora feitas no mesmo período, são totalmente diferentes uma da outra: a madona é serena e tranqüila, com poucos movimentos e transmite paz e um clima suave; a Batalha de Hércules demonstra agressividade e vitalidade, as formas são redondas e cheias de mármore, demonstrando enorme energia.

Em 1494, Florença sofreu um grande revés político, já que até aquela data era uma cidade separada, criada e regida pelas leis da família Médici. Nesse ano, porém, foi invadida pelo Rei Carlos VIII da França, e isto afetou tremendamente todos os que se relacionavam com a família Médici. Com a notícia da invasão dos franceses, Michelangelo e outros artistas proeminentes de Florença foram primeiro para Veneza e depois para Bolonha, onde Michelangelo recebeu a tarefa de terminar uma escultura que estava parada há duzentos anos, o túmulo de São Dominique, santo padroeiro de Bolonha. A obra havia sido iniciada pelo escultor Nicola Pisano (1284-1314), mas precisava de mais três figuras para ficar completa. Essas 3 figuras foram as 3 primeiras estátuas livres da carreira de Michelangelo como escultor: St. Proculus, St. Petronius e um anjo.

Michelangelo continuou a trabalhar para os Médici após a invasão de Florença. Com 21 anos fez sua primeira viagem a Roma, onde ficou por cinco anos. Roma deu a Michelangelo suas maiores alegrias e suas maiores decepções. Foi naquela cidade que ele criou suas obras mais famosas. Entre 1497 e 1498 ele completou sua primeira missão: Baco. Ao criar a figura até então famosa pelos seus músculos, de extrema força e brutalidade, Michelangelo criou um Baco decadente, afeminado e bêbado. Como era típico de todos os seus trabalhos, a anatomia de Baco é soberba em suas formas. A curvatura dos músculos das costas sugere que Baco acabara de entrar em estado de alcoolismo. O artista criou um mundo diferente do até então dedicado ao jovem deus do vinho. O jovem Baco, de Jacopo Sansovino (1486-1570), feito 15 anos antes, foi considerado ultrapassado, para Michelangelo.

Foi entre 1497 e 1499 que Michelangelo criou sua obra prima, a Pietá, que não poderia competir com o Baco. A Pietá é conhecida como sua maior obra. O sofrimento de Maria contemplando o corpo de seu filho mais velho, ainda toca o coração do ser humano em nossos dias. Ele tirou o tema de um texto religioso e elaborou a obra dentro do clima humanista que começava a surgir na época, enfatizando a dor de Maria diante do corpo de seu filho morto.
A fita que atravessa o peito da Virgem Maria traz a assinatura do autor, única que se conhece: MICHAEL ANGELUS. BONAROTUS. FLORENT. FACIEBA(T), ou seja, «Miguel Angelo Buonarotus de Florença fez.». Fica, na basílica de São Pedro, na primeira capela da alameda do lado direito. Desde que a estátua foi atacada em 1972, está protegida por um vidro a prova de bala. Tem 174 centímetros por 69 centímetros e é feita em mármore.

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Em 26 de Agosto de 1498 o cardeal francês Jean Bilhères de Lagraulas encomendou a Miguel Ângelo uma imagem da Virgem para a Capela dos Reis de França, para a antiga basílica de São Pedro. Nesta obra delicada o artista encontrou a solução ideal para um problema que preocupara os escultores do Primeiro Renascimento: a colocação do Corpo de Cristo morto no regaço de Maria. Para isso alterou deliberadamente as proporções: o Cristo é menor que a Virgem, que é para dar a impressão de não esmagar a Mãe e mostrar que é seu Filho, quer para não “sair” do esquema triangular. A Virgem Maria foi representada muito jovem e com uma nobre resignação: a expressão dolorosa do rosto é idealizada, contrastando com a angústia que tradicionalmente os artistas lhe imprimiam. Torna-se assim evidente a influência do “pathos” dos clássicos gregos. E o autor imaginou a juventude de Maria, objeção que erguem contra ele seus críticos, como a expressão de sua pureza incorruptível.
O requinte e esmero da modelação e o tratamento da superfície do mármore, polido como um marfim, deram-lhe a reputação de uma das mais belas esculturas de todos os tempos. Importante como o autor conseguiu harmonizar a figura horizontal do Cristo, estendido sobre os joelhos da mãe, como que inserido entre suas amplas vestes, com a figura « vertical» de Maria. Michelangelo tinha 23 anos. Em função da pouca idade, muitos não acreditaram que fosse o autor. Assim, por isso teria inscrito o nome na faixa que atravessa o peito de Maria.
Foi durante o período em que viveu Michelangelo que o mundo passou pela maior mudança desde a queda do Império Romano, que o foi o período da Renascença. Como a própria palavra diz foi um renascimento, uma vida nova que foi expressa especialmente nas artes e na ciência, e abrangeu os séculos XV e XVI. O período da Renascença pretendia fazer um retorno à Antiguidade Clássica.

Estudiosos afirmam que a Renascença pretendia fazer uma mudança em todos os sentidos da vida do homem, e diversas mudanças ocorreram na arte, na cultura, na religião, na política e nos meios científicos. Michelangelo foi um dos maiores entusiastas dessa nova filosofia de vida que o mundo encarava na época. O envolvimento do artista nesse novo movimento foi tão grande que contagiou seus contemporâneos.

No dia 4 de agosto de 1501, acabaram-se as intervenções turbulentas em Florença e a cidade foi declarada uma república. No dia 16 de agosto, a nova republica encomendou a Michelangelo a escultura de David. Foi pedido a ele que fizesse o trabalho em um único bloco de mármore, que já havia sido trabalhado há 40 anos por Agostino Duccio, que o deixara inacabado. O David de Michelangelo é a escultura mais famosa do mundo. Quando uma pessoa aprecia essa obra prima do século XVI logo reconhece o porque de tanta fama. As formas anatômicas dadas pelo artista são fabulosas. Cada músculo é perfeitamente definido, todos os movimentos foram elaborados pelo artista que colocou um pequeno Davi em pé ao lado da cabeça do vencido Golias. Michelangelo decidiu mudar a perspectiva do mito. O seu David, de face determinada e pensativa, está pensando com firmeza esperando a hora exata de atacar o gigante. Sua mão segura a “arma” que escorrega pelas suas costas. Michelangelo capta o exato momento de reflexão na face do herói, mostrando enorme concentração enquanto ele decide de que forma irá salvar seu povo. O objetivo era mostrar o momento pelo qual passavam os florentinos, com o despertar de uma nova era, pois acabavam de se livrar de um período político turbulento.
Seu domínio da anatomia e o uso de poses difíceis e complicadas para expressar emoções temporárias ou fugazes seduziram muitos pintores de gerações posteriores a pensar que a pose retorcida já era, em si mesma, uma forma de arte.
No dia 8 de setembro de 1504, a escultura terminada foi colocada na Praça “della Signorina”, no centro de Florença, em frente ao Palácio Vecchio. O impacto da escultura foi tão grande que a lei de Florença foi modificada, e o David foi a primeira escultura nua a ser colocada em local público, desde os tempos clássicos. Hoje, a peça original está guardada na “Galleria della Academia”, mas uma cópia encontra-se na “Piazza della Signorina”, no coração de Florença.

Em 1505, Michelangelo foi chamado a Roma pelo Papa Julio II, que governou entre 1503 e 1513 e era membro de uma das famílias mais importantes da Itália, a família “della Rovere”, inimigos políticos dos Médici. O Papa Julio almejava a imortalidade e encomendou seu túmulo a Michelangelo, um enorme e caríssimo monumento, que era para ser acabado em cinco anos.

Os anos seguintes se mostraram os mais frustrantes e miseráveis da vida de Michelangelo, pois ele se encontrou diante de uma personalidade inconsistente e autoritária. O poder do Papa não permitia que Michelangelo saísse de Roma mesmo que ele não pudesse começar os trabalhos do túmulo, pois Julio ainda não havia decidido onde erguê-lo. Na preparação para sua própria morte, o Papa começou a enorme criação da Catedral de São Pedro, com a intenção de descansar ali na supremacia da eternidade. Desta forma, durante esse período, Michelangelo ficou somente esperando.
O “Monumento a Júlio II” era um projeto que teria quarenta figuras de tamanho natural. A tumba, como existe agora, levou 42 anos para ficar pronto e apresenta apenas uma das figuras originalmente desenhadas por Michelangelo e, na verdade, executada por ele. Essa figura é o enorme Moisés, que pode ser considerado como simbolizando Júlio II, na Igreja San Pietro in Vincoli, em Roma. Outras figuras, por exemplo, Os Escravos, agora no Louvre, que foram originalmente projetadas para a tumba, foram abandonadas entre 1508 e 1513.
Júlio II afastou Michelangelo de seu trabalho na tumba para colocá-lo, em 1508, na decoração da abóbada da Capela Sistina, que é talvez a maior de suas obras. Michelangelo aceitou o trabalho com grande relutância e então ficou impaciente com os métodos tradicionais de trabalho e a habilidade dos assistentes que tinha empregado. Eventualmente, ele próprio pintava o teto da Capela sob condições muito difíceis, e constantemente modificando seus planos originais. A obra glorifica não apenas o corpo humano, mas tem profundas implicações teológicas e é geralmente tomada para expressar as idéias filosóficas do neoplatonismo. As várias partes do teto são sujeitas a diferentes sistemas de perspectiva, com os últimos painéis aparentemente abertos para o céu. Essa obra teve uma profunda influência no desenvolvimento da pintura de tetos do tipo ilusionista, praticada nos séculos XVI e XVII.
Quando o teto foi completado em 1512, Michelangelo foi considerado o artista supremo do período, e provavelmente o maior desde os tempos clássicos. Dessa data em diante, até sua morte em 1564, Michelangelo foi tratado com uma veneração devotada a poucos homens até e desde então.
No entanto, muitos de seus projetos deram em nada. A atitude contraditória de Michelangelo de amor e ódio à matéria (o mármore) pode ser evidenciada em muitas de suas obras inacabadas.
O São Mateus que se encontra na Galeria della Academia, em Florença, mostra essa ambivalência. A figura emerge da pedra como se a vida tivesse sido finalmente insuflada em alguém que, desde tempos imemoriais, ali estivesse preso. Às vezes a figura parece clara e definida, e outras vezes, absorvida no bloco de mármore. O bloco é berço e prisão para a obra do artista, bem como para a sua criação, ora alimentada, ora contrariada pelo material. Os quatros escravos que fariam a frente do túmulo de Júlio II, também inacabados pela morte de Michelangelo, são outro exemplo da luta do artista para arrancar uma forma à pedra. A arte de composição está na soberba sugestão de vida emergente, as figuras se libertando da matéria que ainda as retém e contra a qual se rebelam. Michelangelo se aproxima assim, no fim de sua vida, do estágio final, essencial para o desenvolvimento da arte moderna, que se resume em distinguir entre uma idéia e sua transposição para uma forma geralmente reconhecível. Os conflitos e as paixões interiores podiam encontrar maior expressão no não-dito do que no que era claramente explicitado.
Para o Papa Leão X, Michelangelo trabalhou em Florença, onde sua maior obra foi no túmulo dos Médicis e na Nova Sacristia da Igreja de São Lourenço, com as simbólicas figuras do Dia, da Noite, da Aurora e do Crepúsculo.
De 1536 a 1541 ele trabalhou no grande afresco “O Juízo Final”, que ocupa toda a parede do altar da Capela Sistina.
O espírito do “Juízo Final” é profundamente pessimista e totalmente diverso do teto. O estilo é também muito pesado e não tem a graça e a alegria do trabalho anterior, “A criação do mundo”. A angústia espiritual do “Juízo Final” continua nos afrescos que ele pintou na Capela Paulina, completada em 1550. Nesse trabalho e, sobretudo nos seus trabalhos a partir de 1547, como arquiteto encarregado de reconstruir a Basílica de São Pedro, pode-se ver a expressão melancólica, mas profundamente devota da Idade do Concílio de Trento. Suas últimas estátuas se concentram no tema da Pietà. Uma delas, que adornaria seu próprio túmulo, está agora na Catedral de Florença, mas mutilada em pedaços. Sua última Pietà, a Pietà Rondanini, quase abstrata, pode ser comparada ao último quarteto de Beethoven em sua complexidade e profundeza de sentimento. Foi provavelmente nessa escultura que ele estava trabalhando uma semana antes de sua morte, aos oitenta e nove anos.
Nessa escultura, mãe e filho estão ligados numa nova e revolucionária composição da Pietà, que interpreta o tema de um modo mais psicológico do que realista. O filho, que é a própria razão da existência de sua mãe, agora está sustentando a mãe, mesmo depois de morto; ou será a idosa e sofredora mãe que mantém de pé o filho, num derradeiro e desesperado esforço para conservá-lo vivo?
Michelangelo, tendo perdido a mãe aos seis anos de idade, reafirmou, assim, nessa peça, a inseparabilidade entre mãe e filho, mas também entre artista e criação. Aos oitenta e nove anos Michelangelo estava travando a luta antiga entre espírito e matéria, entre criação e expressão acabada. Foi enterrado na Igreja de “Saint Apostoli”. Contudo, mesmo após sua morte, ele continua vivo. Após seu corpo ser enterrado em Roma, foi secretamente levado para Florença sob as ordens do Duque Cosimo de Médici, onde foi enterrado na Igreja da “Santa Croce”, onde até hoje se encontra em um túmulo soberbo desenhado por Vasari, em 1570. O tumulo tem o busto de Michelangelo, e logo abaixo uma escultura de três mulheres chorando com os dizeres: arquiteto, pintor e escultor.
A imensa importância de Michelangelo para seus contemporâneos é atestada pelo fato de que seu estilo dominou a arte italiana por gerações e ele foi o primeiro artista moderno a ter duas biografias escritas durante sua vida. A primeira delas, escrita em 1550, está incluída na primeira edição de Vidas, escrita por Vasari, e foi reescrita com muitas alterações na segunda edição de 1568. Entre essas datas veio à luz o livro Vida, escrito por Codivi, aluno de Michelangelo, que é uma versão autorizada pelo próprio Michelangelo. Essas biografias precoces ajudam-nos a apreciar o deslumbramento com o qual seus contemporâneos o consideraram, e o encantamento trazido não só pela sua prodigiosa habilidade, mas também pela sua convicção de que o corpo humano não só é capaz de expressar todas as emoções, como ainda é o único tema real das artes visuais.

11 Respostas to “Artes – Michelangelo”

  1. selma barreto Says:

    gastaria de receber um resumo sobre o renarcentista miguel Angelo

  2. alessandra Says:

    gostaria de receber mais informações sobre politica, economia da época em que viveu michelangelo

  3. Paulo Says:

    michel angelo deve ter sido famoso mesmo

  4. Mariana Martinelly Says:

    Eu sou desenhista e pintora, amo as obras classicas deste grande artista, apesar dele ter vivido a séculos e ter sido uma pessoa assim meio fechada segundo os históriadores, mas é de uma imaginação e um perfeissionismo impresionanrte, quando criança passava horas tentando reproduzir as imagens das madonas e anjos dele, hoje eu consigo e sei que se fosse daquele tempo junto com ele eu o entenderia e seriamos amigos, amo artes Plásticas!

    1. thaina linhares Says:

      gente eu naum achei em que ano foi criado a obra de David ?
      Alguem pode me responder ?
      bjoos vlw

  5. laika Says:

    devia ter mais imagens as obras dele

  6. GERALDO SIAS Says:

    Fascinante.Sem palavras para expressar a obra deste gênio da arte.Beleza, singela e de tamanha complexidade que ninguém jamais chegou perto de tamanha perfeição.

  7. vera lúcia valente de mello. Says:

    No Século XX, um dos maiores historiadores foi o suíço Ernst Gombrich, que afirmou em seu livro “A História da Arte”, que não existe Arte, mas sim artistas. Um a questão polêmica que nos aponta para a inclusão do artista como integrante da obra.

  8. vera lúcia valente de mello. Says:

    Para alguns a afirmação parece inadequada, pois estaria sendo redundante, considerando que a arte só existe se existir o artista. Mas, a relação dialética, criador e criação são interdependentes, o que gera uma questão importante para o debate.

  9. Mariana de Souza Pestana Says:

    Esse blog está bem completo, e representa muito bem quem foi Michelangelo. Como aluna, gostaria de agradecer, pois esse site contribuiu grendiosamente com a minha apresentação de História.
    Eu recomendo a todos que se baseiem nesse blog.
    Muito Obrigada Comissão organizadora desse blog!
    Attenciosamente,
    Mariana.

  10. lais Says:

    adoooooooooooooooooooooooooooooooogo!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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