Podem babar. Fomos de navio para Italia, numa viagem de mais ou menos cinco horas, pelo Mar Adriatico, refazendo o trajeto de turco,s romanos, otomanos e gauleses, como Asterix e Obelix, faziam ha mais de um milhao de anos atras.

Agata pirou todo mundo. Adorou. Melhor casinha ate agora, segundo ela. Fala a palavra barco como ninguem.

 

 

P.S. Mais tarde vem as fotos, a historia de Dubrovnik, da viagem de barco para Italia, e de todo o resto. Por enquanto, e so isso o que acontece aqui.

Bom, como arranjar um medico na Rep. Tcheca ja tinha tido suas dificuldades, ficamos foi muito surpresos em chegar em Roma, com o Leo precisando urgentemente ver um medico, por conta de um espinho encravado no pe, e encontrar, logo de cara, uam estacao de metro com o nome de Policlinica.

Manquejadas a parte, chegamos na estacao, que era logo ao lado, pela bagatela de umas,…. tres horas. Os ntraves linguisticos com o medico nao foram um problema maior, pois ele classificou aa doenca do Leo como “Espinho Plantare” e mandou ele tomar uma cartela de um pozinho chamado Aulin,tres vezes por dias, “apos manjiare”.

Caite o problema? NAo?. Ok. O medico nao quis dar receita, alegando que todo mundo pode comprar isso sem receita, que era como aspirina.

Nenhuma farmacia nos vendeu. “Prescricione”, diziam os italianos, em tom de voz beem alto. Manquejamos de volta ao hospital. Mesma desculpa esfarrapada. Mas a surpresa e que realmente, enquanto alguns diziam que era impossivel comprar sem receita, que o remedio tinha sido ate proibido na Framca, outros nao entendiam a dificuldade. O dia foi resolvido com o faxineiro do hospital tiramndo duas cartelas do bolso e dando pro Leo.

Isso se repete todos os dias desde que chegamos a Roma. Tentamos comprar, vamos no Hospital choramingamos na rua. O saldo ate agora foram quatrocartelas e seis comprimidos conseguidos de pessoas na rua, nenhuma prescricao medica, quatro esporros em farmacia e um telefonema de uma brasileira solicita, que nos perguntou se topavamos “comprar uma receita”. Parece que esse Aulin, aqui, é pior que Cocaina. Trafico pesado.

Nossa surpresa foi encontrar depois de Zagreb uma joia no boomerang da Croacia. Split foi realmente uma emocao em cada esquina. Ficou um gostinho de quero mais para as Ilhas da costa.

Os precos eram compativeis com os do Brasil.

Ficamos em um albergue tipicamente italiano. Subindo por uma rua estreita e torta, entrando por um portao de ferro pequeno, nos deparamos com um patio coberto por uma trepadeira de Limao Siciliano. Perfumado e florido.

Curtam e saboreiem. Amanha estaremos indo para Dubrovnik.

Um palacio em ruinas de Dioclesiano, que foi aproveitado pelo povo.

Cavernas onde os monges eremitas viviam.

Meus sinceros agradecimentos a um antigo aluno meu chamado Carlos que, descendente de Croatas, me recomendou a visita a esse pais. Um grande abraco para ele.

Quando fomos a Zagreb, nao esperavamos encontrar uma cidade tao maravilhosa e acolhedora. Nos surpreendeu muito a atencao que o povo croata reserva aos seus turistas.

Tudo o que perguntamos, nos foi respondido, em italiano ou em ingles, ou em qualquer outra lingua. E um povo poliglota. Aprenderam isso depois de tantas invasoes e, especialmente, aprenderam a conviver com as diferencas.

Um povo simples e absolutamente normal. Isso e confortante e dessa forma adoramos estar em Zagreb.

Seria muito injusto com Budapeste se nao comentassemos o nosso ultimo dia nessa cidade.

Recortada do resto da Metropole, a parte historica de Budapeste alem de ser lindissima, e reservada aos turistas. Como no Rio de Janeiro. Na verdade, nos sentimos em Budapeste como os turistas se sentem no Brasil. Perdidos, ameacados, e o tempo todo com alguem querendo passar a gente para tras. Sem duvida alguma, quando voltarmos ao Brasil, trataremos os turistas com a compreensao que gostariamos que tivessem conosco.

Aqui vao algumas fotos Lindas de mais uma licao nas nossas vidas.

A viagem para Budapeste ja comecou errada quando perdemos o trem na estacao por um minuto. Vimos ele indo embora. O dinheiro nao foi jogado fora, porque a passagem era em aberto, mas ficamos esperando bem umas duas horas pelo proximo, que tb quase foi perdido por ignorancia mesmo.
A cidade, parece que ainda esta em construcao. O albergue em que acabamos indo fica numa especie de suburbio que, por incrivel que pareca, e no centro.

Aqui, os predios mais historicos dao lugar a sedes de grandes empresas. E muito esquisito.
A Hungria e o pais dos ciganos. Aqui eles nasceram, se criaram, e agora, dao a volta nos outros.
Diferentemente do Brasil, em Budapeste eles estao disfarcados de pessoas normais, e nao vestidos com aquelas saias rodadas em tons rosas bebes. E uma sensacao horrorosa, focar se desviando e tentando, o melhor possivel, nao ser enganado. Mas sao muitos espertos. Como nao falamos a lingua deles, eles finjem nao falar ingles, e querem nos vender as coisas mais caro. Leo ontem, comprou cigarro em euro duas vezes mais caro do que deveria. Em reais, saiu por oito. Torturante.
No mais, a cidade e bonita, mas nao vale a visita. Sinceramente.

Como no Rio, somente os locais destinados aos turistas sao bem conservados. Diferentemente de Viena, onde os vienenses faziam cooper, e usavam de fato os locais turisticos, em Budapeste os hungaros usam para mendigar e assaltar.

Na beira do rio Danubio, do lado do Parlamento, com o Castelo ao fundo. Deixei uma turista japa alegrinha me fotografar, porque nao sou boba de dar minha camera prum cigano budapestense filho da puta.
Zagreb, ai vamos nos. Budapeste, nunca mais.

Fomos para Viena a partir de Praga, de onibus. A chegada na cidade foi um pouco aterrorizante, porque era feriado, e todos os balcoes de Informacoes estavam fechados, o que nos levou a ficar perambulando em alemao, sem conseguir encontrar um lugar para descansar os ossos. O Hostel veio a partir, claro, de alguma das boas almas que nos ajudaram nessa viagem.

O que foi aterrorizante no principio, só nos surpreendeu depois. A cidade e extremamente organizada. E enorme, para os que gostam de falar que a Europa so e irreprimivel nesse conceito por ter cidades pequenas. Metro, trem, onibus, tram, tudo funciona perfeitamente, muitissimo bem interligado. As coidas, preferimos nao experimentar muito. Em primeiro lugar, por ser tudo em Euro, claro, e custar o olho da cara. Em segundo, por ser na maioria gordurosissima e de carne de porco. Nossos intestinos ja nao suportam mais esses reverterios.

A grande chave de ouro foi o Palacio Schonbrun. Enorme, e LINDO.

Cada um com sua diversao

No Prater. Eu e Leo fomos num brinquedo que chegava a 120 Km por hora. Iradoooo. Vimos Viena de muito, MUITO alto. Claro que foi minha a ideia de ir, como a foto pode mostrar. rsrsrsrsr

Depois eu e Mamae fomos em um que deixou minhas pernas bambas de tao rapido.

Indo pro Palacio de Schonbrun, que fechou com chave de ouro a visita a Viena.

Bicicleta pra alugar para diminuir o engarrafamento. Da certo em Viena. A ciclovia esta em todo lugar e e muito respeitada. Levamos vaaaarios esporros por estar andando nela.

Palacio de Schonbrun, Isso e so o comeco.