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Primeiro Dia. Buda

1. Palácio Real (ou Castelo de Buda) – Lá pelo século XIII um castelo foi construído no topo de uma montanha, que fica a beira do Danúbio, para o Rei da Hungria. Mas durante a invasão Turca, o castelo foi destruído e anos depois reocupado por membros reais. Mas com os passar dos anos acabou sendo dividido em vários museus e na Biblioteca Nacional. Em volta do Castelo – ainda em cima da montanha – cresceu uma cidade em miniatura formada por casas, lojas, igrejas e restaurantes. Tire, pelo menos, umas 3 horas para visitar essa área. Lá em cima está também a Matthias, considerada uma das mais espetaculares igrejas católicas de Budapeste. Ela começou a ser construída entre os séculos XIII e XV e depois de muitas reformas ganhou aspecto neo-gótico. Reconstruído diversas vezes desde a sua fundação, no século 13 – a mais recente depois da Segunda Guerra -, o palácio é hoje um centro cultural. Funcionam ali, por exemplo, o esclarecedor Museu de História e o Museu Ludwig, de arte contemporânea, que tem obras de Picasso e Liechtenstein no acervo, além de bons artistas húngaros. Dentro das fortificações fica também a Igreja de São Matias, convertida em mesquita na época do domínio turco e reconstruída no estilo neobarroco depois de 87 anos da derrota dos invasores. Para chegar, pegue o funicular rumo ao topo.
Museu de História: Asa E, 225-7815. 10h/16h (qua. a seg. de novembro a fevereiro), 10h/18h (diariamente de 16 de maio a 15 de setembro e de qua. a seg. entre março e 15 de maio e entre 16 de setembro e outubro).
Museu Ludwig: Asa A, 375-9175, http://www.ludwigmuseum.hu. 10h/18h (ter. a dom.).Funicular: Clark Adam tér. 7h30/22h. Fecha duas seg. ao mês).
3. Igreja de São Matias: I., Szentháromság tér, 2, 355-5657. 9h/17h (seg. a sex.), 9h/13h (sáb.), 13h/17h (dom.).

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4. Citadella – Quase todos os pontos turísticos de Buda se encontram em cima de montanhas, devido a geografia dessa parte da cidade. Então, prepare as pernas e o fôlego ou vá de ônibus/táxi. No topo do Gellért Hill os austríacos construíram em 1854 a Citadella, fortaleza que acabou se tornando o último reduto dos nazistas em Budapeste. Ao lado da Citadella está o Monumento da Liberdade, uma mulher longilínea segurando uma pena, que homenageia todos aqueles que tiveram que morrer para manter a Hungria próspera. É gratuita a entrada para o Monumento da Liberdade, mas é preciso pagar admissão para conhecer a fortaleza: 300Ft

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Segundo Dia. Peste

2. Parlamento – Em 1885 começaram as obras de construção do Parlamento húngaro e demorou 17 anos para que ficasse pronto. O prédio, que tem um estilo arquitetônico muito parecido com o do Parlamento inglês, é o maior Parlamento do mundo. Ali ficam guardadas as jóias da coroa húngara. Existem visitas guiadas, mas é bom chegar cedo (antes das 8 a.m. no Gate X), pois os lugares se esgotam rapidinho e não é possível comprar tíquetes com antecedência. Abre de 8h/18h (seg. a sex.), 8h/16h (sáb.), 8h/14h (dom.).
5. Basílica de São Estevão, padroeiro da Hungria – São Estevão está em todos os lugares de Budapeste. Ele é querido e idolatrado por ter sido o criador do Estado Húngaro e da Igreja Católica Húngara. Por tudo o que ele significa para a Hungria, São Estevão foi homenageado com uma igreja, a maior de Budapeste. Construída entre 1851 e 1905, chega a abrigar 8.500 pessoas sentadas e guarda uma relíquia, a mão direita do Santo. Antes do pôr do sol, suba de elevador até o topo da igreja e dali admire toda a beleza da cidade. V., Szent István tér, 403-5370. 10h/16h30 (abril e maio), 9h30/18h (junho e agosto), 9h30/19h (julho), 10h/17h30 (setembro e outubro).

6. Opera House. Para conhecer este belo edifício em estilo neo-renascentista, acompanhe uma visita guiada ou assista a um espetáculo. Adrássy utca, 22, 331 2550, http://www.opera.hu. Visitas às 15h e às 16h.

7. Inner City Parish Church.

8. Museu Nacional Húngaro – Conta a história do país, das suas origens até o séc. 20. Muzeum Korut, 14-16, 338-2122, http://www.mnm.hu. 10h/18h (ter. a dom.).

Banhos termais do Széchenyi – O Gellért talvez seja o banho termal mais conhecido de Budapeste, mas em termos de variedade, o Széchenyi é o melhor e um dos maiores da Europa. Leve seu maiô/sunga, uma toalha, óculos de sol e escolha por onde começar (difícil escolha por sinal). Do lado de fora do complexo existem 3 piscinas enormes, sendo duas delas para ficar relaxando e 1 no caso de você querer nadar. No interior do prédio, cada sala (e são mais de 15) tem piscinas com todos os tamanhos, cores, cheiros e propriedades medicinais. Intercalando com as piscinas estão as saunas, quentes e a vapor. O Széchenyi também fica aberto durante o inverno e não tem prazer mais curioso que estar em uma piscina fervendo a céu aberto, enquanto a neve cai. Admissão: 2200Ft para o dia todo, mas se você ficar somente algumas horas, eles te devolvem parte do seu dinheiro.

Parque das estátuas – Monumentos gigantescos de Lenin, Marx e outros camaradas foram parar neste parque, um pouco fora de mão, com o fim do comunismo. XXII, Balatoni útca com Szabadkai utca, http://www.szobor park.hu. 10h/pôr-do-sol. Ônibus saem da Deák tér. 11h (novembro a fevereiro), 11h e 15h (março a junho e setembro e outubro), 10h, 11h, 15h e 16h (julho e agosto).

Heroes’ Square – No meio desta praça está o Monumento Milenar, uma comprida coluna e lá no topo o Arcanjo Gabriel. Conta a lenda que durante um sonho Gabriel apareceu para São Estevão e ofereceu-lhe a coroa da Hungria. Logo atrás da coluna ficam, uma ao lado da outra, as estátuas dos homens mais importantes da Hungria – entre eles Rei São Estevão, o padroeiro do país. Na frente do Monumento está a tumba do soldado desconhecido, do lado esquerdo o Museu de Artes e no direito, o Palácio das Artes.

Banhos Termais do Hotel Gellért – De frente para o Danúbio está o Hotel Gellert (4 estrelas) e há várias gerações conquista muitos viajantes devido a sua tradição, qualidade de serviço e arquitetura marcante. Todos os hóspedes têm ainda a oportunidade de relaxar nas águas quentes dos banhos termais do hotel. Turistas em geral também podem usufruir dos banhos, mas é necessário marcar com antecedência. A construção data de 1913, mas as águas curativas do local são usadas há pelo menos mil anos. – XI, Kelenhegyi Utca, 4, 466-6166. 6h/19h (seg. a sex.) e 6h/17h (sáb. e dom.) de outubro a abril, 6h/19h de maio a setembro.

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